sábado, 12 de dezembro de 2009

Entendendo tudo!

Ao longo das aulas e pelo conteúdo apresentado, como também pela exposição das discussões que levaram há um melhor aprendizado, acredito que o objetivo, a meta que procurei alcançar que era compreender, foram atingidos.

Entender que o surdo é uma pessoa como qualquer outra e que se utiliza de uma língua que se expressa por sinais. Como também que não se deve considerá-lo como um deficiente, já que este termo é de natureza preconceituosa e engloba várias implicações, incapacidades, pelo contrário, vejo que o surdo tem tanta capacidade quanto qualquer outra pessoa e que o fato dele não ouvir isto não se constitue num impecilho, mas que ele possui habilidades como qualquer outro indivíduo para desempenhar funções e responsabilidades na sociedade.

Barreiras precisam ser vencidas, ainda há um estigma trago de épocas de ignorância e obscurantismo, a sociedade se fecha e não aceita quem não se enquadra a ela. Daí vem à resistência, a luta contra a opressão, procura-se brechas para lutar por direitos e espaço. Não só surdos, mas todos os grupos que por alguma forma se sentem prejudicados e até mesmo diminuídos.

A falta de informação e conhecimento fazem as pessoas criticarem o que não conhecem, o que não sabem e discriminam sem compreender o porquê. E ainda hoje há pessoas que só aprendem a língua de sinais tardiamente, e o tempo que perderam? Já que outros é que tomavam as decisões por elas.

GRAZIELA DE ARRUDA
5º período- Pedagogia UFES

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